
Alguns amigos me falaram (só a Cla) que vários críticos estavam criticando (críticos criticando) o Jennifer’s Body. Fui dar uma olhada e achei essa do Pipoca Combo (clique para abrir o link). O texto foi escrito pelo Matusael Ramos, que deve ser uma pessoa legal, mas que gosta de filmes um pouco mais agitados.
Entendo o Matusael quando ele diz que o filme foi anunciado como terror comédia, mas que faltam os dois gêneros. Acho que o cara que fez essa classificação estava fumado e achou muito engraçado a garota sofrendo ao perder a melhor amiga, o namorado e os caras legaizinhos da escola. Mas aí, vamos meter o pau no cara fumado e não no filme. Como eu disse no post anterior, Jennifer’s Body tá mais para terror-com-pouco-medo-introspectivo-de-amizade-dramática. Vou mandar essa sugestão para o usuário classificador.
Outra coisa que achei que foi uma grande sacada sua, Matusael, foi reparar que o filme dispensa os jogos de informações intrincadas, em que uma leva a outra e que dá o desfecho baseado no olhar que rolou na primeira e...sacou? Realmente, o filme não tem nenhum interesse de criar um sistema de inteligência que deve ser desvendado pelo espectador. E achei isso ótimo e totalmente inovador.
Mas Matusael, você desse muito o cacete na Amanda Seyfried (a Needy), chamando-a de insossa. Você não viu a cara sexy dela de louca logo no começo? Nada insossa! E você compara o JB com filmes como o Advogado do Diabo e A Profecia! Matusael, nada a ver! A Diablo Cody quis evitar usar uma fórmula Juno para esse filme. Ela está em um caminho de inovação, procurando preencher os buracos da cinematografia. Quem fez um filme como esse? A perspectiva é muito nova – não foca no sangue, nos jogos de inteligência, no medo...Achei uma puta sacada! Do tipo de 50 m² com vista para o mar. Enfim, sei que não é uma obra prima, mas a Diablo está dando espaço para novas descobertas e isso tem mérito sim.
Roteirista ruim é diferente de ator péssimo e bonitinho. O ator pode até perdurar pela sua beleza, mas nenhum roteirista fica sendo paparicado em hollywood. Se a mina escreveu uma coisa e ganhou um oscar, legal, mas se ela não escrever mais nada de interessante, já era. Essa é a opinião de quem nunca foi uma roteirista de hollywood (ainda).
Beijos, Matú! Vamos ver filmes juntos!
Comam desse arroz!
belamagnolia@gmail.com
Entendo o Matusael quando ele diz que o filme foi anunciado como terror comédia, mas que faltam os dois gêneros. Acho que o cara que fez essa classificação estava fumado e achou muito engraçado a garota sofrendo ao perder a melhor amiga, o namorado e os caras legaizinhos da escola. Mas aí, vamos meter o pau no cara fumado e não no filme. Como eu disse no post anterior, Jennifer’s Body tá mais para terror-com-pouco-medo-introspectivo-de-amizade-dramática. Vou mandar essa sugestão para o usuário classificador.
Outra coisa que achei que foi uma grande sacada sua, Matusael, foi reparar que o filme dispensa os jogos de informações intrincadas, em que uma leva a outra e que dá o desfecho baseado no olhar que rolou na primeira e...sacou? Realmente, o filme não tem nenhum interesse de criar um sistema de inteligência que deve ser desvendado pelo espectador. E achei isso ótimo e totalmente inovador.
Mas Matusael, você desse muito o cacete na Amanda Seyfried (a Needy), chamando-a de insossa. Você não viu a cara sexy dela de louca logo no começo? Nada insossa! E você compara o JB com filmes como o Advogado do Diabo e A Profecia! Matusael, nada a ver! A Diablo Cody quis evitar usar uma fórmula Juno para esse filme. Ela está em um caminho de inovação, procurando preencher os buracos da cinematografia. Quem fez um filme como esse? A perspectiva é muito nova – não foca no sangue, nos jogos de inteligência, no medo...Achei uma puta sacada! Do tipo de 50 m² com vista para o mar. Enfim, sei que não é uma obra prima, mas a Diablo está dando espaço para novas descobertas e isso tem mérito sim.
Roteirista ruim é diferente de ator péssimo e bonitinho. O ator pode até perdurar pela sua beleza, mas nenhum roteirista fica sendo paparicado em hollywood. Se a mina escreveu uma coisa e ganhou um oscar, legal, mas se ela não escrever mais nada de interessante, já era. Essa é a opinião de quem nunca foi uma roteirista de hollywood (ainda).
Beijos, Matú! Vamos ver filmes juntos!
Comam desse arroz!
belamagnolia@gmail.com