Gente, estou fazendo um desafio literário.
Em 365 dias, tenho que escrever 365 páginas de um romance, custe o que custar!
Comam desse arroz!
http://www.precisasedeumbestseller.blogspot.com/
terça-feira, 1 de dezembro de 2009
segunda-feira, 23 de novembro de 2009
Pensamentos para o próximo ano
O final de ano está pesado, com mil coisas para decidir antes da viagem para Califórnia!




Comam desse arroz!!!
E o que vem no ano que vem é o meu livro!!!
Algumas coisas super legais:

Comam desse arroz!!!
Para contato: belamagnolia@gmail.com
sexta-feira, 13 de novembro de 2009
Pequena Crônica da Perversidade
Já era verão e nós, garotas, íamos para a universidade com os vestidos mais leves que conseguíamos e, às vezes, com os mais curtos.
Mas ninguém parecia estranhar o fato que se repetia sazonalmente de acordo com o desespero imposto pelo calor daquele ano. E nossas pernas à mostra eram quase como a nudez das comunidades indígenas.
Durante a aula interminável de fotografia, que deveria ser uma matéria legal, mas que o professor fazia questão de que não fosse, saí para mais uma de minhas longas idas até o bebedouro.
Fui caminhando aliviada por não ser obrigada a sentir sono todo segundo, mas minha paz acabou rápido demais. Logo antes do meu objeto de desejo, dois trabalhadores da construção civil (os denominados peões de obra) estavam sentados fazendo alongamento.
Observe: o alongamento consistia em mover a cabeça da esquerda para a direita sempre que uma garota de saia, short ou calça cargo que fosse, passasse por eles. O resultado era a vista de uma bunda bem servida e o pescoço relaxado.
Três garotas já tinham sido agraciadas com o olhar sedutor de homens imundos, portadores de discursos evoluidíssimos do tipo ‘essa daí lá em casa...’ e eu sabia: eu seria a próxima potranca a ter o bagageiro avaliado.
Encarei o destino cruel que me foi imposto e atravessei o umbral que me guiaria até a aventura do dia. Portadora de um vestido na altura do joelho, solto no corpo, sabia que a imaginação traçaria o que não estava sendo mostrado. Sabia, no fundo, que para os meus espectadores, estava nua.
Procurei me concentrar em ter o meu alvo alcançado. Pegar minha água, gastar o meu tempo, voltar só pra chamada no final da aula. Procurei me lembrar de todas as vantagens em não me deixar envolver pelo ambiente, em não ficar chateada hoje, em voltar para casa cheia de ânimo para continuar saltitante todo o resto da minha vida.
Procurei manter a calma. Mas...não foi o que aconteceu.
No meio da travessia pornográfica, quando já tinham escolhido para mim uma tatuagem na bunda, eu resolvi me manifestar. Virei o corpo e apresentei aquilo que eles menos esperavam: meu rosto com a cara de raiva que as esposas deles devem ter.
Para meu espanto, o cara da direita gostou dos meus olhos e me encarou durante um longo minuto. Essas foram suas últimas palavras mudas.
– Oi, vocês tão fazendo que obra aqui? – eles entraram em êxtase quando perceberam que eu realmente sabia que eles existiam.
– É a obra do CIC aí embaixo.
– Obrigada. – e mostrei minha bunda uma última vez para os desgraçados.
Desci as escadas para a coordenação de Computação e, depois de me perder três vezes, achei os meus salvadores.
– Oi, eu queria fazer uma reclamação. O pessoal que tá trabalhando na obra com vocês tá ficando parado lá em cima, olhando descaradamente para todas as garotas que passam.
Pasma, ouvi a resposta da mulher que me ouvia:
– Olha a gente não pode fazer nada. Eu sofro com isso todo dia também, mas eles são assim né... (voz nojentinha)
Percebi que essa já era uma alma conquistada para o mal e fui direto à coordenação de Comunicação para receber alguma ajuda dos meus representantes do poder.
– Mas eles são assim mesmo. Não dá pra conversar com essa gente.
De verdade, queria saber por que um funcionário da limpeza, que às vezes mora na casa ao lado desse peão de obra, não se comporta dessa forma e o vizinho que ergue vigas tem todo o direito de ser um grande panaca.
– Mas vocês não poderiam pelo menos falar com o mestre de obras?
Mas meu sofrido coração sabia que não valia a pena continuar aquela conversa. Se o pessoal da coordenação nem se esforçava para fazer um documento sair mais rápido, pedir para que um deles gastasse mais massa cerebral em meu favor era quase impossível.
– Obrigada viu. Feliz Natal adiantado.
Nessa mesma hora, uma multidão barulhenta se abrigava na entrada norte. Uma pessoa da minha turma de outra disciplina veio na minha direção e disse que tava todo mundo pelado.
Opa! Era minha chance de pelo menos me ocupar até o fim da aula de fotografia e tentar desestressar.
Cheguei ao mafuá e vi que era uma manifestação. As garotas estavam sem blusa e sutiã, com frases como ‘meu corpo é meu’ escritas com tinta nas suas barrigas e os garotos estavam de cueca ou completamente nus.
– A UnB se revolta contra o caso da estudante da Uniban, que foi expulsa da faculdade, depois de ser chamada de puta pelos corredores, por portar um vestido curto.
Um outro pelado falou:
– Nós não podemos deixar esse caso passar em branco. Nós não podemos deixar que um absurdo desse seja esquecido. Porque é isso que vai acontecer.
Me senti completamente compreendida pela causa e logo, logo eu já estava cantando “Vem pra luta, vem, contra o machismo. Veeeem. Veeem”, enquanto o bolo de gente cruzava o minhocão até a entrada sul.
– Esse povo não gosta de estudar mesmo – disse um garoto que assistia ao Retorno de Jafar no CA de Física.
Chegamos à entrada sul, onde mais pelados fizeram discursos contra o caso Uniban.
– Nossa, se fosse minha filha, eu batia – disse uma mãe de uns quarenta anos que passava por ali com cara de nojinho.
– Esse povo não tem mais o que fazer. Nem foi aqui que aconteceu. O que a UnB tem a ver com a Uniban?
– Ela tava querendo chamar a atenção pra ela, aquela garota da Uniban.
– Tava pedindo pra ser estuprada!
Já com a tampa da testa fervendo de raiva, virei para a pessoa absurda que tinha acabado de gritar a última baboseira.
– Olha, deixa eu te falar uma coisa. Você quer que esse seu cabelo escovado até a bunda e esse decote que você usa sejam interpretados como um convite para um estupro? Porque eu tenho certeza de que alguém poderia fazer essa interpretação. Então, a não ser que você esteja disposta a ajudar a mudar a mentalidade atual, acho melhor você não sair mais de casa, que deve ser um lugar mais seguro.
Ela levou um susto tão grande que nem conseguiu me responder. Provavelmente, pensou que o seu grito meio fraco não seria ouvido por ninguém que realmente se importasse. Provavelmente, ela pensou que jamais seria julgada da mesma forma que a estudante da Uniban o foi.
Provavelmente, ela ficou com muita preguiça de pensar qualquer coisa.
Talvez, porque ela não entenda que deve haver solidariedade entre as pessoas.
Talvez porque ela não saiba que o que acontece com o outro, um dia, vai chegar até você.
quarta-feira, 11 de novembro de 2009
Até que a foda constante os separe

Tinha escrito esse texto há muito tempo...
Mas acabei não postando.
Até agora.
Regras da Atração é um filme de 2002, mas eu revi em um final de semana desses. Lembro que quando vi pela primeira vez, fiquei horrorizada de ver o Dawson (meu colega nas depressões de segunda à noite) tão mau e pegando todo mundo. O Dawson é quase assexuado de tão bonzinho em Da
wson’s Creek. Mas James Van Der Beek (eternamente Dawson) encarna perfeitamente o Sean Bateman do livro de Bret Easton Ellis (com o mesmo nome do filme).
Inclusive, voltando à minha teoria de que todo autor se enfia no livro disfarçado em algum personagem, acredito que o Bret deve ser o Sean. Razões: Sean é um dos protagonistas e Sean faz literatura (sempre a máster razão).
Peguei o livro emprestado antes de rever o filme. Devorei as páginas em duas semanas (poderia ter sido coisa de 3 dias, mas a vida...). O ritmo acelerado mostra a descrença presente em todos os personagens-narradores. Vez ou outra, Paul ou Sean ou Lauren têm o coração partido e precisam se alongar mais alguns parágrafos. Mas logo se recuperam e transam com a próxima pessoa. Fico pensando o que os colegas de faculdade pensavam de Bret quando ele lançou um livro que se passa em uma faculdade, em que todo mundo trepa com todo mundo, usa drogas, chupa o professor que não dá aula...
Será que ele passou pela crise que viveu Lolita Pille com o livro Hell, no qual ela detonava todas as suas amiguinhas consumistas-promíscuas (palavra super x, mas vai), que deixaram, digamos, de chamar Lolita para fazer compras com elas?
De todas as formas, recomendo as leituras do Bret ou os filmes feitos dos seus livros, nos quais todos sofrem profundamente assim como tocam o foda-se profundamente.
Os personagens são ligados e desligados emocionalmente com a mudança das estações.
Mas acabei não postando.
Até agora.
Regras da Atração é um filme de 2002, mas eu revi em um final de semana desses. Lembro que quando vi pela primeira vez, fiquei horrorizada de ver o Dawson (meu colega nas depressões de segunda à noite) tão mau e pegando todo mundo. O Dawson é quase assexuado de tão bonzinho em Da
wson’s Creek. Mas James Van Der Beek (eternamente Dawson) encarna perfeitamente o Sean Bateman do livro de Bret Easton Ellis (com o mesmo nome do filme).Inclusive, voltando à minha teoria de que todo autor se enfia no livro disfarçado em algum personagem, acredito que o Bret deve ser o Sean. Razões: Sean é um dos protagonistas e Sean faz literatura (sempre a máster razão).
Peguei o livro emprestado antes de rever o filme. Devorei as páginas em duas semanas (poderia ter sido coisa de 3 dias, mas a vida...). O ritmo acelerado mostra a descrença presente em todos os personagens-narradores. Vez ou outra, Paul ou Sean ou Lauren têm o coração partido e precisam se alongar mais alguns parágrafos. Mas logo se recuperam e transam com a próxima pessoa. Fico pensando o que os colegas de faculdade pensavam de Bret quando ele lançou um livro que se passa em uma faculdade, em que todo mundo trepa com todo mundo, usa drogas, chupa o professor que não dá aula...
Será que ele passou pela crise que viveu Lolita Pille com o livro Hell, no qual ela detonava todas as suas amiguinhas consumistas-promíscuas (palavra super x, mas vai), que deixaram, digamos, de chamar Lolita para fazer compras com elas?
De todas as formas, recomendo as leituras do Bret ou os filmes feitos dos seus livros, nos quais todos sofrem profundamente assim como tocam o foda-se profundamente.
Os personagens são ligados e desligados emocionalmente com a mudança das estações.

Eu – Será que ele é uma pessoa infeliz, que nunca encontra um sentimento verdadeiro como os seus personagens?
Phil – Não. Ele é rico.
Fiz um texto bretiniano para meu livro com o Phil:

Laura.
Eu posso viver. Estudar, ter empregos, ter amigos, deixar de tê-los, encontrar a pessoa pra vida inteira e ainda a ter a vida inteira, estudar outra vez, ter outros empregos, ser feliz e triste, perder tudo, ganhar o dobro, descobrir um hobby, esquecê-lo, comprar coisas, jogá-las fora e, ainda assim, pensar: e daí?
Enviado por coelhinha
Eu posso viver e, ainda assim, e daí?
Enviado por coelhinha
Não tive filhos, que é o que dizem dar novo sentido à vida, então só posso dizer do que sei. E sei que nada importa, depois de tudo. Poderia morrer agora que pensaria – não perdi nada, vivi bastante e muito pouco. E é isso – só. E daí?, portanto.
Enviado por coelhinha
Porque o trabalho, o amor pra vida toda, os amigos – que sempre se vão, e tudo o que se constrói é apenas uma grande tentativa de evitar [pensar] a solidão. Porque somos todos intrinsecamente sós. E essa é a única garantia.
Enviado por coelhinha
Talvez, só pessoas desgraçadas como eu percebam isso. Talvez algumas pessoas realmente se contentem com as amizades temporárias, as risadas no final de semana e o a.p.v.t. (amor para vida toda) ao lado.
Enviado por coelhinha
Talvez só eu fique acordada depois que todos já pegaram no sono, ouvindo o silêncio agudo do relógio de ponteiro. Talvez só eu me sinta sozinha por isso. Talvez eu que seja a solitária, e não a humanidade.
Enviado por coelhinha
Mas a minha aposta é que não.
Enviado por coelhinha
Você está sem calcinha?
Enviado por gostoso69
E eu não posso mostrar esse texto pra nenhum conhecido. Não posso deixar que ninguém saiba que me sinto só, que ninguém tapa meu buraco, que estou oca, que sou oca, que ninguém nunca fez e nunca fará nenhuma diferença pra mim, que ninguém conseguiu me dar aquele amor que traz calma.
Enviado por coelhinha
E todas as minhas não-companhias: amigos, família, o a.p.v.t., retrairiam as testas, traídos, injustiçados e diriam – ingrata, como os lábios retorcidos.
Enviado por coelhinha
Liga a webcam, gata!
Enviado por gostoso 69
Então não digo. Sigo com as alegrias, com os dias, as boas notícias, com as horas cheias e produtivas, com a beleza, com as gentilezas...suportando tudo isso. Fingindo não perceber o quanto isso não tem nenhum valor. O quanto isso é ralo. O quanto isso tem validade limitada e... já está vencido.
Enviado por coelhinha
E peço desculpas a você, por ter de se sentir invadido, por saber o que eu sei.
Enviado por coelhinha
É porque, a ti não me apeguei, apesar de ser o único que talvez fique um pouco.
Enviado por coelhinha
Você não vai tirar a calcinha né?
Enviado por gostoso69
coelhinha sai do bate-papo
domingo, 8 de novembro de 2009
O fabuloso mundo dos roteiristas
Alguns vídeos super legais:
Diablo dando entrevista sobre The United States of Tara.
Diablo falando do livro de stripp, antes de lançar Juno.
Música com tom grunge que Ellen Page e Michael Cera fazem para Diablo.
Para quem ainda não percebeu, eu sou chegada num livro, num teclado de computador, em uma pena (se quiser ser mais medieval). Eu gosto de escrever.
Nesse post, coloquei os principais passos da jornada do herói de Joseph Campbell, que estudou desde histórias mitológicas até roteiros de cinema modernos para entender a base na qual todas as histórias se sustentam.
É claro que isso não é uma regra dura que irá paralisar todo o processo literário, mas uma sugestão (muito boa) de generalização.
Créditos ao Albert Paul Dahoui, que publicou um guia no site do Roteiro de Cinema que orientou o meu.
Usei Juno para exemplificar todos os passos.
Nesse post, coloquei os principais passos da jornada do herói de Joseph Campbell, que estudou desde histórias mitológicas até roteiros de cinema modernos para entender a base na qual todas as histórias se sustentam.
É claro que isso não é uma regra dura que irá paralisar todo o processo literário, mas uma sugestão (muito boa) de generalização.
Créditos ao Albert Paul Dahoui, que publicou um guia no site do Roteiro de Cinema que orientou o meu.
Usei Juno para exemplificar todos os passos.
Passo 1 – Mundo Comum.
O herói é apresentado em seu dia-a-dia.
A caracterização básica e relevante para história deste personagem deve ser exposta. É o que justifica a sua reação à aventura.
A caracterização básica e relevante para história deste personagem deve ser exposta. É o que justifica a sua reação à aventura.
Exemplo em Juno: Nas primeiras cenas, podemos ver que Juno é uma adolescente, que não é uma cheerleader nem uma geek. Sabemos também que ela transou com um garoto.
Passo 2 – Chamado à aventura
A rotina do herói é quebrada por algo inesperado, insólito ou incomum.
Exemplo em Juno: Ela vai até a farmácia fazer seu terceiro teste de gravidez e percebe que, de fato, está grávida.
Passo 3 – Recusa ao chamado
Exemplo em Juno: Ela pensa em abortar e vai para o Women Now.
Passo 4 – Encontro com o Mentor
O encontro com o mentor pode ser tanto com alguém mais experiente ou com uma situação que o force a tomar uma decisão.
Esse é o primeiro ponto de virada.
Exemplo em Juno: Pode ser que o mentor tenha sido a amiga asiática (Chun Lee?) que protestava em frente à clínica de aborto ou os barulhos terríveis que as pessoas que esperam ansiosas fazem ou a soma de tudo isso. O legal em Juno é que o mentor não é um personagem sábio, que sabe a verdade, mas esse complexo todo, o que foge dos clichês.
Passo 5 – Travessia do Umbral
Nessa fase, nosso herói decide ingressar num novo mundo. Sua decisão pode ser motivada por vários fatores, entre eles algo que o obrigue, mesmo que não seja essa a sua opção.
Exemplo em Juno: Ela decide que não vai abortar e que vai doar o bebê para um casal que não possa ter filhos. Assim, ela continuará na aventura proposta de continuar a gestação.
Passo 6 – Testes, aliados e inimigos
Exemplo em Juno: São vários os momentos em que Juno recebe a ajuda de aliados – o pai a acompanha para conhecer Mark e Vanessa, a madrasta a defende da operadora de raio x babaca, Leah a ajuda a encontrar um casal para doação no jornal, assim como a acompanha em vários momentos, Mark lhe dá um gibi de heroína grávida, etc – assim como há vários momentos em que Juno é enfrentada (não por inimigos, mas pelas mesmas pessoas que a ajudaram, o que funde o bem e o mal que há em todo humano) – a madrasta questiona o seu relacionamento com Mark, Bleeker vai para o baile com outra garota, o pai questiona que tipo de garota ela é, etc.
Passo 7 – Aproximação do objetivo
Exemplo em Juno: no último mês de gravidez, todos olham para ela na escola e Bleeker resolve que vai para o baile com outra pessoa, seu corpo dói...
Passo 8 – Provação máxima
Passo 8 – Provação máxima
É o auge da crise.
Exemplo em Juno: Mark diz que vai se separar de Vanessa. Juno pensa que não existe amor verdadeiro.
Passo 9 – Conquista da recompensa
Passada a provação máxima, o herói conquista a recompensa.
Exemplo em Juno: Ela tem o filho e Vanessa fica muito feliz. Apesar de ter chegado ao objetivo, isso não quer dizer que ela tenha ficado feliz. Isso faz parte da mágica do filme, que fog do óbvio.
Passo 10 – Caminho de volta
Passo 10 – Caminho de volta
Exemplo em Juno: Juno e Bleeker se juntam para tocar violão e agora são namorados. Ela volta à vida normal um pouco transformada. A vida de Vanessa também é mostrada, feliz no quarto do bebê.
As duas últimas etapas são quase que repetições da décima e nem sempre estão presentes. São elas:
Passo 11 – Depuração
Aqui o herói pode ter que enfrentar uma trama secundária não totalmente resolvida anteriormente.
Exemplo em Juno: a mãe de Juno, ausente desde o começo do filme, pode aparecer e dizer que sempre a amou, mas que tinha epilepsia e não queria que ninguém soubesse.
Passo 12 – Retorno transformado
É a finalização da história. O herói volta ao seu mundo, mas transformado – já não é mais o mesmo.
Exemplo em Juno: seria a mesma história de ir tocar violão com Bleeker.
Ótimas dicas de como é a vida de um roteirista num texto muito divertido (que tia eu) - clique.
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